Regional Centro-Oeste: A arte de fazer TV: Novos desafios pós pandemia

Regional Centro-Oeste: A arte de fazer TV: Novos desafios pós pandemia


Regional Centro-Oeste: A arte de fazer TV: Novos desafios pós pandemia

O segundo painel do Regional debateu a evolução da produção do conteúdo nas emissoras de TV após 2 anos de pandemia, e o que mudou e o que foi otimizado em todo esse processo

Moderado por Filipe Forte, Head de Tecnologia Globo Brasília da TV Globo, com a participação de Athos Araújo, Analista de Sistemas de TV SR da CNN Brasil; Fábio Eitelberg, Diretor-executivo da 2Live; e Felipe Andrade, VP de Vendas da CIS Group, o painel fez uma cobertura interessante sobre metodologias de produção remota e nuvem trazidas ou aperfeiçoadas durante a pandemia.

Forte disse que a produção remota foi muito utilizada na pandemia, e, para isso, construíram-se estruturas “com produções totalmente remotas, produzindo de uma forma mais leve. Em termos de cloud já estamos experimentando na Globo Brasília, enquanto na Globo Rio já produzimos eventos em cloud”. Ele disse que aumento a cultura de experimentação com “aumento no modelo de equipamentos mais leves”. “Hoje mais de 35% da equipe de tecnologia da Brasília está trabalhando de forma remota, mas precisamos continuar com a cultura da experimentação, e em um mundo híbrido saber a diferenciar a ferramenta para a necessidade concreta, além de saber como ser mais efetivos pensando em custos elásticos com otimização de custos”.

Felipe Andrade da Cis Group analisou duas formas de produção remota, seja Live ou baseada em arquivos. Para Live, avançou para duas opções falando da opção na nuvem, disse que “a que levar sinais para nuvem, produzir e entregar diretamente do cloud com sincronização de sinais, conexão a internet, baixa latência com opções como a TVU Producer, com a SimplyLive ou a Evertz Bravo, está última, utilizada, por exemplo, pela Globo”.

Falando de produção remota baseada em arquivos, o executivo da CIS Group avançou para três opções, uma com Storage e NLEs na emissora/produtora com acesso remoto, baixa latência via PCoIP, conteúdo protegido e fluxo padrão. A segunda com Storage na nuvem e NLEs nas estações remotas com a solução LucidLink , um sistema SaaS, com storage como se fosse interno e baixa conexão de internet “com 100 Mbps da para trabalhar tranquilamente”. A terceira opção seria a de Storage e NLEs na nuvem com acesso remoto, cm baixa latência via PCoIP, Saas, e escalável.

Athos Araújo da CNN Brasil disse que a emissora nasceu em março em 2020 com estúdios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, “Nosso caso é diferente, inauguramos e dois dias depois começou a pandemia. Nós Resignificamos, nos Relacionamos e tivemos Resiliência. Resignificamos porque quando antes fazíamos uma entrevista, hoje fazemos 10 por vídeo conferencia fazendo elas em sistema de broadcaster. O relacionar nós fez apreender a estar juntos, mas distantes, pelo que tivemos de agudizar a escuta. E a Resiliência veio de uma fracasso pessoal, a cloud uniu a nuvem com o broadcaster, aí decidi me perfecionar, fui a estudar e me foi mal. Mais tarde voltei a estudar  e consegui, com resiliência”.

Finalmente, Fábio Eitelberg, Diretor-executivo da 2Live, disse que para a empresa é um orgulho ter a CNN e a Globo como parceiros. “A mochila tornou o mundo muito mais flexível”, e fez que hoje o portfólio da empresa avance para a Cloud.  Para a produção remota (REMI), “temos a LU800 Pro-4 nativa 5G, com 16 canais de áudio, 70 Mbps, 4 sinais de vídeo e redução de custos de produção que chegam até 70%”.

Outro dos destaques foi a indexação de acervo na nuvem com IA, que “tem detecção automática de personalidades, textos (transcrição), ações, objetos e citações (áudio), com AI multimodal com quase 95% de sucesso no reconhecimento. “A IA multimodal, ajuda na detecção, porque cruza dados e cruza eventos, trabalhando com qualquer sistema MAM”.

Finalmente falou de avatares. Disse que a Deepgrain AI foi o primeiro humano AI do mercado. “A empresa coreana cria avatares muito rapidamente com redução de custos de produção” com aplicações de TV, varejo, campanhas políticas, treinamentos, comunicação corporativa, bancos/financeiras.

Por Fernando Moura, em São Paulo




Fonte de pesquisa, disponível em: https://set.org.br/set-news/regional-centro-oeste-a-arte-de-fazer-tv-novos-desafios-pos-pandemia/ , 2022-06-29 17:29:31 ou clique aqui, para ler na íntegra.
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