SET eXPerience Tracks analisa as novas formas de inovação aberta

SET eXPerience Tracks analisa as novas formas de inovação aberta

[ad_1]

SET eXPerience Tracks analisa as novas formas de inovação aberta

O SET eXPerience explorou o universo das startups e como elas podem colaborar no ecossistema de inovação brasileiro assumindo que “inovação implica risco”

O SET eXPerience Tracks debateu um tema cada vez mais importante no mundo das novas tecnologias: a inovação. Para isso, convidou Tami Vivas, Firjan SESI SENAI; Carlos Pompeu, CESAR School; Heitor Roberto Maia, Faria, Cendão & Maia Advogados; e Priscila Castro, Brain Ventures para o painel “Explorando o ecossistema de inovação brasileiro: caminhos e desafios”. O moderador do encontro foi Leonardo Chaves da Globo.

Tami Vivas, Firjan SESI SENAI, disse no encontro que “nenhum ecossistema sobrevive sem pilares tangíveis e intangíveis. Em termos tangíveis, no pilar de educação as universidades são fundamentais, no pilar de empresas estamos crescendo, e no pilar de suporte temos entidades que ajudam no desenvolvimento e a dar suporte transversal no crescimento”.

Tami explicou que dentro do ecossistema “a Firjan está colocada de maneira transversal no pilar de conteúdo, com o Instituto de tecnologia e inovação que faz P&D associado, com cooperação com a academia”. Outro dos pontos interessantes da apresentação de Tami foi que, desde a sua ótica, “inovação é risco, e para isso, a Firjan trabalha para financiamento de projeto tendo como objetivo a redução de riscos de investimentos”.

Falando do movimento do investimento das grandes empresas que estão trabalhando com startups, a executiva disse que “a inovação aberta é uma tendência” e as “empresas tradicionais entendem que podem se beneficiar pela agilidade e flexibilidade deste tipo de inovação. Na Firjan ajudamos para reduzir o risco disponibilizando nossos institutos e formas de financiamento com o espelhamento das empresas”.

Carlos Pompeu, da CESAR School, explicou que na década de 1990 quando começou o curso a Universidade ajudava os alunos a criar as próprias incubadoras de empresas. “Começou em Pernambuco e a disciplina de empreendedorismo se espalhou pelo país provocando os alunos a empreender”. Assim em 2000 “nasce o Porto Digital com empresas que se associam a nós. Hoje temos mais de 12 mil pessoas trabalhando em diferentes áreas das ciências da computação e TICs, utilizando conhecimento prático para criar soluções”.

Pompeu disse que o é uma conjunção que “provoca inovação” e com o tempo começou a criar coisas importantes porque “começamos a educar o aluno para inovação. Precisamos preparar os alunos para esse momento de incertezas. As pessoas precisam criar o futuro agora, para estar preparadas para esses câmbios no mundo”.

Heitor Roberto Maia da Faria, Cendão & Maia Advogados, disse que o maior desafio da startup é ganhar repetição. Com ela “se ganha otimização do investimento” e assim se faz que seja facilmente escalável, porque “no mundo da inovação a incerteza é muito grande”. Maia disse que se muitas pessoas imaginam que o mundo das startups é um jogo de jovens, pelo contrario, “é um mundo de grandes profissionais com idades de 37 anos para cima com muito desenvolvimento profissional”.

Finalmente, Priscila Castro, da Brain Ventures, disse que para inovar a startup precisa “emitir nota, ou seja, precisa gerar recursos”, assim dentro da “curva de crédito, precisamos pensar em que necessitamos para organizar a startup para ver como entra o dinheiro. Não adianta apenas financiar o negócio, o que precisamos fazer é trabalhar a rede de investimentos. Nas startups os ativos intangíveis são fundamentais para os investimentos, como também é preciso ver as patentes porque elas são ativos”.

O moderador Leonardo Chaves perguntou a Priscila se a crise sanitária afetou como os fundos se posicionam. “Neste momento o olhar é para a sustentabilidade e o social. Existiam antes, mas hoje temos chamadas específicas com esse olhar de questões de impacto social. No nosso fundo, mesmo sendo multi-sectorial, damos importância ao meio ambiente, hoje os investidores pensam em fintech ligadas ao meio-ambiente”, disse, e afirmou que em termos de inovação aberta no Brasil existem “incentivos financeiros e intangíveis”. Segundo Tami “as empresas estão buscando formas de chegar, mas que isso será temporário”.

Para ver e rever esse bate-papo, acesse https://setexperience.org.br

Por Fernando Moura, em São Paulo

[ad_2]

Link da fonte

DEIXE UM COMENTÁRIO

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados com *